| Posição do GEOTA no Dia Mundial do Turismo: O papel dos novos autarcas para a sustentabilidade do turismo |
Quisemos marcar o Dia Mundial do Turismo, 27 de Setembro, que coincide este ano com o último dia de campanha eleitoral autárquica, para sensibilizar os futuros autarcas para o especial cuidado que deve ser tomado relativamente à qualidade e sustentabilidade dos destinos turísticos em Portugal.
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O GEOTA é uma associação de defesa do ambiente, de âmbito nacional e sem fins lucrativos, em actividade desde 1981.
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Posição do GEOTA no Dia Mundial do Turismo: O papel dos novos autarcas para a sustentabilidade do turismo
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Posição do GEOTA e da Quercus sobre o Plano de Recuperação Ambiental do Ecoparque de Trajouce
Comunicado - Sumário
Posição do GEOTA e da Quercus sobre o
Plano de Recuperação Ambiental do Ecoparque de Trajouce
Lisboa, 23 de Setembro de 2013
Aproveitando a oportunidade da realização de uma reunião técnica, prevista para o próximo dia 3 de Outubro, pelas 14h30, a Trajouce, promovida pela Tratolioxo, e na sequência da última visita técnica aos trabalhos do Plano Recuperação Ambiental do Ecoparque de Trajouce (PRAET), da Tratolixo, no dia 16 de Setembro, com a presença de representantes do GEOTA (Eng. Helder Careto) e da Quercus (Eng. Rui Berkemeyer) e acompanhada pelo administrador e técnicos da empresa, emitimos o comunicado que se anexa do qual foi produzido este resumo.
Segundo a informação que a Tratolixo nos forneceu, foi testado um novo modelo técnico alicerçado no princípio da maximização da reutilização “in situ” dos materiais existentes no “Depósito de Resíduos de Natureza Diversa” que assenta na sua triagem integral. Este modelo foi proposto às entidades oficiais que acompanham este processo (APA, CCDR-LVT) e o GEOTA) tendo merecido aprovação e validação por parte das mesmas.
[URL: http://www.tratolixo.pt/Comunicacao/Paginas/PRAETEcoparquedeTrajouceemCurso.aspx]
[URL: http://www.tratolixo.pt/Comunicacao/Paginas/PRAETEcoparquedeTrajouceemCurso.aspx]
Segundo a mesma fonte, os trabalhos do PRAET foram retomados de acordo com o novo modelo técnico preconizado que poderá traduzir-se numa redução de custos deste passivo ambiental na ordem dos 75% face aos montantes previstos, anteriormente orçados em cerca de 3,5 Milhões de euros.
Face aos resultados obtidos nos ensaios laboratoriais de varrimento (screening) aos materiais retirados e movimentados do sector 1 do “Depósito de Resíduos de Natureza Diversa”, que não apresentam qualquer perigosidade que justifique classificação para além de “Terras e Pedras”, “Resíduos Inertes” ou “Resíduos Não Perigosos” e que permite a recuperação dos solos não contaminados (segundo as Norma de Ontário), à responsabilidade ambiental demonstrada pela empresa Tratolixo, à forma transparente como tem partilhado os resultados e o acesso aos trabalhos do PRAET, acompanhados pela fiscalização da empresa EGIAMB, e pela tutela (APA e CCDRLVT), é nossa recomendação que a tutela proceda ao desagravamento da classificação de “crime ambiental” sobre o Depósito de Resíduos de Natureza Diversa do Ecoparque de Trajouce, da Tratolixo, EIM, S.A.
Mais informação em: www.geota.pt | www.quercus.pt Ver aqui
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Plataforma Salvar o Tua contesta criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua
COMUNICADO DE
IMPRENSA
19 de Setembro de 2013
Plataforma Salvar o Tua contesta criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua
19 de Setembro de 2013
Plataforma Salvar o Tua contesta criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua
Plataforma Salvar o Tua – Associação
de Defesa do Ambiente contesta criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua
porque considera servir apenas para operacionalizar a gestão de contributos
financeiros consignados na Declaração de Impacte Ambiental do Aproveitamento
Hidroeléctrico de Foz-Tua, promovido pela EDP.
No âmbito da discussão pública para a criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua, que esteve aberta até ao início desta semana, a Plataforma Salvar o Tua – Associação de Defesa do Ambiente elaborou um parecer crítico, dado que considera que a criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua pretende apenas compensar impactes da construção da barragem de Foz-Tua.
A Plataforma Salvar o Tua entende que a Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua – ADRVT apresentou uma proposta de criação do Parque Natural Regional ao Director do Fundo de Conservação da Natureza e Biodiversidade (Instituto de Conservação da Natureza e Florestas), apenas para tentar operacionalizar a gestão de contributos financeiros consignados na Declaração de Impacte Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz-Tua, promovida pela EDP.
A criação de um Parque Natural Regional, segundo a Plataforma, não resolverá qualquer problema, pois grande parte das plantas endémicas no leito do Vale do Tua será literalmente dizimado, sendo que as que venham a ser resgatadas passarão a formar parte do grupo das “curiosidades de circo” que, infelizmente, haverão de desaparecer devido à irresponsabilidade dos governantes.
A Plataforma Salvar o Tua considera que só faz sentido a criação de um Parque Natural Regional no Vale do Tua se as áreas mais importantes do Vale do Tua não forem destruídas pela construção e enchimento da albufeira da barragem de Foz-Tua e lamenta que se pretenda assumir como medida de compensação a criação de um parque natural, nas encostas envolventes ao Vale do Tua, para justificar os elevados impactes da construção da barragem em Foz-Tua, facto que não dignifica os seus promotores.
Um Parque Natural Regional no Vale do Tua, sem regulamentação específica para conservação dos habitats existentes, serve apenas para manutenção de interesses dos municípios da Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua e da EDP.
Segue em anexo o parecer apresentado pela Plataforma Salvar o TUA.
A Plataforma Salvar o Tua é uma associação de defesa do ambiente constituída na sua fundação por nove associações ambientais e por uma quinta de produção vinícola da região. As associações participantes são:
No âmbito da discussão pública para a criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua, que esteve aberta até ao início desta semana, a Plataforma Salvar o Tua – Associação de Defesa do Ambiente elaborou um parecer crítico, dado que considera que a criação do Parque Natural Regional do Vale do Tua pretende apenas compensar impactes da construção da barragem de Foz-Tua.
A Plataforma Salvar o Tua entende que a Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua – ADRVT apresentou uma proposta de criação do Parque Natural Regional ao Director do Fundo de Conservação da Natureza e Biodiversidade (Instituto de Conservação da Natureza e Florestas), apenas para tentar operacionalizar a gestão de contributos financeiros consignados na Declaração de Impacte Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz-Tua, promovida pela EDP.
A criação de um Parque Natural Regional, segundo a Plataforma, não resolverá qualquer problema, pois grande parte das plantas endémicas no leito do Vale do Tua será literalmente dizimado, sendo que as que venham a ser resgatadas passarão a formar parte do grupo das “curiosidades de circo” que, infelizmente, haverão de desaparecer devido à irresponsabilidade dos governantes.
A Plataforma Salvar o Tua considera que só faz sentido a criação de um Parque Natural Regional no Vale do Tua se as áreas mais importantes do Vale do Tua não forem destruídas pela construção e enchimento da albufeira da barragem de Foz-Tua e lamenta que se pretenda assumir como medida de compensação a criação de um parque natural, nas encostas envolventes ao Vale do Tua, para justificar os elevados impactes da construção da barragem em Foz-Tua, facto que não dignifica os seus promotores.
Um Parque Natural Regional no Vale do Tua, sem regulamentação específica para conservação dos habitats existentes, serve apenas para manutenção de interesses dos municípios da Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua e da EDP.
Segue em anexo o parecer apresentado pela Plataforma Salvar o TUA.
A Plataforma Salvar o Tua é uma associação de defesa do ambiente constituída na sua fundação por nove associações ambientais e por uma quinta de produção vinícola da região. As associações participantes são:
GEOTA – GRUPO DE ESTUDOS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE
LPN – LIGA PARA A PROTEÇÃO DA NATUREZA
SPEA – SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES
QUERCUS – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA
COAGRET – COORDENADORA DE AFECTADOS PELAS GRANDES BARRAGENS E TRANSVAZES
AAVT – ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO VALE DO TUA
ALDEIA – ACÇÃO, LIBERDADE, DESENVOLVIMENTO, EDUCAÇÃO, INVESTIGAÇÃO, AMBIENTE
FAPAS – FUNDO PARA A PROTEÇÃO DOS ANIMAIS SELVAGENS
GAIA – GRUPO DE ACÇÃO E INTERVENÇÃO AMBIENTAL
QUINTA DAS MURÇAS
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
GEOTA reúne hoje com novo MAOTE - Nota de imprensa
| GEOTA reúne hoje com novo MAOTE - Nota de imprensa |
Representantes do GEOTA reunirão hoje, dia 2 de Setembro de 2013, com o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, na Rua de “O Século”, nº51, pelas 15h.
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