terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dia Mundial da Alimentação - Comunicado de Imprensa

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Maus hábitos alimentares dos Portugueses prejudicam a saúde e o ambiente


data
: 16-10-2012

No Dia Mundial da Alimentação, o GEOTA apela a uma mudança de hábitos e de políticas no que diz respeito à alimentação. A produção e o consumo de alimentos provocam graves impactes ambientais e mitigar esses impactos traria também benefícios substanciais para a saúde. A pensar nisso a Comissão Europeia está a considerar declarar 2014 como o “Ano Europeu Contra o Desperdício Alimentar”.
A nível mundial verifica-se um fosso cada vez maior entre os que passam fome e os que sofrem de obesidade como uma parte já importante da população. A produção de alimentos a nível mundial é suficiente para alimentar toda a população, mas está mal distribuída.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Sustentabilidade, que desafios?

Sustentabilidade, que desafios?
Local: S.Miguel, Açores
Data: 09 de Outubro a 13 de Outubro de 2012
Organização: Expolab

Ano Internacional Da Energia Sustentável Para Todos


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Novas barragens ameaçam o património mundial e a economia nacional - Comunicado de Imprensa


Comunicado de Imprensa
Por ocasião do Dia Nacional da Água (1 de Outubro)
Novas barragens ameaçam o património mundial e a economia nacional
Lisboa, 1 de Outubro de 2012.

Por ocasião do Dia Nacional da Água, que hoje se celebra, o GEOTA vem relembrar que o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH) é um atentado ambiental, bem como um desastre económico e social. Cabe ao Governo tomar as medidas necessárias para salvar os rios portugueses, preservar o património da Humanidade e poupar milhões de Euros aos contribuintes.
O Programa Nacional de Barragens, aprovado pelo anterior executivo, prevê a construção de 10 novas barragens, com o intuito de aumentar a produção de energia renovável e reduzir a dependência energética do País.
Na verdade, as novas barragens contribuirão apenas em 0,5% da energia primária do país, 3% do fornecimento de energia elétrica e apenas com 2% do potencial de poupança de energia, custarão 16 mil milhões de Euros ao Estado e às famílias nos próximos 75 anos, e levarão à destruição de vários rios, constituindo infrações a diversas Diretivas Comunitárias, em particular a Diretiva-Quadro da Água (DQA) e a Diretiva Habitats.
As barragens de Sabor e Foz Tua, especialmente a última, são projetos que devem ser imediatamente cancelados, sendo preferíveis investimentos em economia de energia com um potencial de redução das necessidades energéticas superior a 25% a um custo 10 vezes inferior.
João Joanaz de Melo, Presidente do GEOTA, faz por isso um apelo ao Governo: “No contexto atual de crise económica, parar o Plano Nacional de Barragens oferece uma oportunidade para cortar na despesa do Estado e poupar milhares de Euros por família. Uma questão que importa também criticar tem a ver com os atrasos já de 2 anos na conclusão do Plano Nacional da Água e da implementação dos planos de bacia hidrográfica.”

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Pela Linha do Tua - Barragem humana em S.Apolónia dia 28 Setembro


Pela Linha do Tua


Por ocasião da comemoração dos 125 anos da linha ferroviária do Tua diversas organizações não-governamentais insurgem-se contra a construção da barragem de Foz Tua. Está iminente a destruição do vale do Tua, um dos últimos rios selvagens da Europa e um dos mais belos de Portugal!

A linha ferroviária do Tua tornou-se uma marca de uma interioridade de notáveis paisagens e gentes e uma marca turística que interessaria ao país proteger e promover. Uma paisagem que é Património da Humanidade. Essa linha ferroviária está ameaçada pela subida das águas da barragem de Foz Tua, em construção. Os últimos 16 quilómetros da ferrovia vão ficar inutilizados pela barragem que está a ser já construída a pouco mais de mil metros da foz do rio Tua, entre Carrazeda de Ansiães e Alijó.

O Plano Nacional de Barragens, com a construção da barragem de Foz Tua em curso e a condenação a curto prazo da linha ferroviária do Tua, ameaçando ainda o Alto Douro Vinhateiro e o respetivo Património da Humanidade constituem “ajudas” que o país e as populações que irão ser afetadas não precisam. A longo prazo, ameaçam isolar ainda mais essas comunidades e as suas fontes tradicionais de rendimento, onde a identidade e a paisagem cultural desse território seriam mais-valias extraordinárias para a criação de um destino turístico de elevada qualidade. Sete razões objetivas para parar a construção da barragem de Foz Tua:

1. Não cumpre os objetivos.
2. Não é necessária.
3. É cara.
4. Há alternativas melhores.
5. É um atentado cultural.
6. É um atentado ambiental.
7. É um atentado social.

Ainda há tempo para parar este projeto danoso para as populações locais, para a economia e ambiente do país e para a nossa identidade nacional. Ainda há tempo para proteger a paisagem única e todos os ecossistemas que a zona de Foz Tua alberga.

Um conjunto de organizações da sociedade civil e ainda muitos outros cidadãos decidiram unir-se para celebrar essa efeméride e lembrar ao Governo que a linha do Tua é importante para toda a sociedade portuguesa.

Convidam-se, assim, todos os amigos e amigas da Linha do Tua para uma concentração junto à estação de Santa Apolónia no próximo dia 28 de Setembro, das 17h30 às 20h00. Pelas 18h45 o professor João Joanaz de Melo, presidente do GEOTA, prestará declarações à comunicação social da problemática construção da barragem de Foz Tua.

Contribua com a sua presença e opinião. Ficar calado é ser cúmplice. Agir na defesa dos seus interesses é correto e a única saída da crise.

As organizações signatárias:
       GEOTACOAGRET LPN ; Quercus SPEAM12M ; 2graus 



A história sensorial da água em Vila Franca de Xira

Clicar na imagem para saber mais


Alterações à lei da REN...

Parece que o Governo se prepara para alterar a lei da Reserva Ecológica Nacional (REN) "distribuindo" o regime por outras leis já existentes, em especial na área do ordenamento do território.

Em ocasiões passadas tive a oportunidade de discutir com pessoas que sabem disto as vantagens e desvantagens do regime da REN. Não sou daqueles avesso à mudança nem penso que o regime de 1983 era uma maravilha onde não se pode tocar. Nem tão pouco partilho a ideia de que os municípios são os papões que vão dar cabo do que resta do território.

Sou (e quem não é?) favorável à eficiência, incluindo a eficiência nos procedimentos administrativos. Mas, porque é que o ambiente é sempre apontado como o culpado de tudo? A protecção do ambiente ou ordenamento do território em nada tem a ganhar com regimes burocráticos e ineficientes, porque estes só atrapalham pequenas coisas....as grandes, que causam mossa ao ambiente, sabem dar a volta!

Em síntese, sim, há muito para discutir no regime da REN. Sim, há certamente coisas a melhorar. Mas, agora? Agora que o ambiente é o "parente pobre". Agora que facilmente se sacrificam recursos naturais com a desculpa da crise (aliás, a crise é desculpa para tudo!). Agora que todos olhamos para o curto ou muito curto prazo, miopia excessiva quando falamos de ambiente. Agora?

Por muito que o Governo escreva na sua página "O Governo tem-se esforçado para alcançar o equilíbrio entre as atividades económicas e o ambiente", por mim, é melhor não mexermos. Tenho medo do que aí vem.

Notícia do Público.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Dia Mundial do Turismo - 27 Set 2012

Dia Mundial do Turismo - 27 Set 2012
Posição do GEOTA no Dia Mundial do Turismo:
O turismo sustentável não é uma questão de opção, é uma questão de sobrevivência

data
: 27-09-2012

Posição do GEOTA no Dia Mundial do Turismo
O turismo sustentável não é uma questão de opção, é uma questão de sobrevivência