| Salvemos os últimos rios naturais de Portugal |
Dia Internacional da Biodiversidade, 22 Maio 2012
Escolhemos esta data simbólica para entregar um conjunto de documentos demonstrando as ilegalidades cometidas no Baixo Sabor e em Foz Tua, à Procuradoria Geral da República, à Inspeção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT), e ao Provedor de Justiça. |
O GEOTA é uma associação de defesa do ambiente, de âmbito nacional e sem fins lucrativos, em actividade desde 1981.
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terça-feira, 22 de maio de 2012
Salvemos os últimos rios naturais de Portugal
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Linha Foz Tua-Armamar definitivamente chumbada
Linha Foz Tua-Armamar
definitivamente chumbada:
que espera o Governo para parar
as obras em Foz Tua?
18 Maio 2012
Veio hoje a público a notícia que a EDP desistiu de
contestar o chumbo da linha de alta tensão Foz Tua-Armamar. Esta notícia é o
reconhecimento da má concepção de todo o projecto da barragem de Foz Tua, e
também que ainda há decisões na Administração Pública onde a força da razão se
sobrepõe à força dos interesses.
A EDP anunciou que vai estudar alternativas, incluindo uma linha enterrada. Esta decisão
é mais uma fuga para a frente, somando-se à anterior de enterrar a estação eléctrica de Foz Tua para tentar camuflar o impacte no Douro Vinhateiro. É como tentar tapar o sol com a peneiraŠ
Mais grave é que o Governo ainda não tenha percebido o que está aqui em causa: uma das "jóias da coroa" do País, que é também (ainda) Património da Humanidade. É certo que já ninguém se atreve a defender a bondade da barragem de Foz Tua, que se tornou sinónimo de crime cultural e ambiental e do pior estilo de parceria público-privada.
Mas alguns membros do Governo e outras figuras políticas, por má-fé ou ignorância, continuam a repetir a desculpa de que seria demasiado caro resgatar a concessão de Foz Tua. Ora, ESTE ARGUMENTO É FALSO. A concessão de Foz Tua rendeu ao Estado 53 milhões euros. A EDP terá gasto entretanto, no projecto e no estaleiro, cerca de 10% de um orçamento originalmente estimado em 300 milhões euros - cometendo pelo caminho uma séria de infracções, que só por si justificariam a perda da concessão, pelo que qualquer negociação a sério conduzirá a um valor de resgate muito mais baixo.
Pelo contrário, as medidas de minimização de impactes aprovadas ou anunciadas, que mal arranham o problema - alternativa ao caminho de ferro, enterramento da central eléctrica, reposição da navegabilidade do Douro, pequenas verbas distribuídas localmente, e agora um traçado alternativo ou enterrado para a linha de alta tensão - tudo somado, custarão quase tanto como a própria barragem. Somem-se os encargos financeiros e as rendas decorrentes do modelo de negócio vigente, e o custo total de Foz Tua para os consumidores-contribuintes ascenderá a qualquer coisa como 2 000 a 3 000 milhões euros. Tudo isto para satisfazer uns ridículos 0,1% da energia do País, em exclusivo benefício da EDP, empresas de construção e banca.
Seria inteligente que Portugal parasse as obras já, com um custo mínimo - antes que a UNESCO nos obrigue a parar, com custos superiores, ou pior ainda, que desclassifique o Douro Vinhateiro como Património da Humanidade.
GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e AmbienteLPN - Liga para a Protecção da Natureza
FAPAS - Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens
A EDP anunciou que vai estudar alternativas, incluindo uma linha enterrada. Esta decisão
é mais uma fuga para a frente, somando-se à anterior de enterrar a estação eléctrica de Foz Tua para tentar camuflar o impacte no Douro Vinhateiro. É como tentar tapar o sol com a peneiraŠ
Mais grave é que o Governo ainda não tenha percebido o que está aqui em causa: uma das "jóias da coroa" do País, que é também (ainda) Património da Humanidade. É certo que já ninguém se atreve a defender a bondade da barragem de Foz Tua, que se tornou sinónimo de crime cultural e ambiental e do pior estilo de parceria público-privada.
Mas alguns membros do Governo e outras figuras políticas, por má-fé ou ignorância, continuam a repetir a desculpa de que seria demasiado caro resgatar a concessão de Foz Tua. Ora, ESTE ARGUMENTO É FALSO. A concessão de Foz Tua rendeu ao Estado 53 milhões euros. A EDP terá gasto entretanto, no projecto e no estaleiro, cerca de 10% de um orçamento originalmente estimado em 300 milhões euros - cometendo pelo caminho uma séria de infracções, que só por si justificariam a perda da concessão, pelo que qualquer negociação a sério conduzirá a um valor de resgate muito mais baixo.
Pelo contrário, as medidas de minimização de impactes aprovadas ou anunciadas, que mal arranham o problema - alternativa ao caminho de ferro, enterramento da central eléctrica, reposição da navegabilidade do Douro, pequenas verbas distribuídas localmente, e agora um traçado alternativo ou enterrado para a linha de alta tensão - tudo somado, custarão quase tanto como a própria barragem. Somem-se os encargos financeiros e as rendas decorrentes do modelo de negócio vigente, e o custo total de Foz Tua para os consumidores-contribuintes ascenderá a qualquer coisa como 2 000 a 3 000 milhões euros. Tudo isto para satisfazer uns ridículos 0,1% da energia do País, em exclusivo benefício da EDP, empresas de construção e banca.
Seria inteligente que Portugal parasse as obras já, com um custo mínimo - antes que a UNESCO nos obrigue a parar, com custos superiores, ou pior ainda, que desclassifique o Douro Vinhateiro como Património da Humanidade.
GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e AmbienteLPN - Liga para a Protecção da Natureza
FAPAS - Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens
Associação dos Amigos do Vale do Rio Tua
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Estágio Nível 6,7 ou 8, Área Sustentabilidade / Comunicação
|
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terça-feira, 15 de maio de 2012
UNESCO e Barragem de Foz Tua
Comunicado:
UNESCO e Barragem de Foz Tua
As associações signatárias congratulam-se pela intenção da UNESCO solicitar a suspensão das obras da barragem de Foz Tua.
domingo, 22 de abril de 2012
22 de Abril, Dia Mundial da Terra
Dia Mundial da Terra
22 de Abril
Diz-me o que comes e como comes, dir-te-ei quem és…
Lisboa,
20 de Abril de 2012
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Terra (22 de Abril) o GEOTA
emite a sua posição relativamente à forma como são as pessoas se alimentam e
consequentemente como os recursos alimentares são produzidos, processados e distribuídos
e as consequências desses factos para a Economia, a Saúde Pública e o Ambiente.
São necessárias medidas urgentes que promovam a mudança de padrões e
hábitos de consumo e de hábitos abrangendo de forma integrada a agricultura, as
florestas o habitar: ou seja, o Ordenamento do Território. Medidas que passam
pelos instrumentos económicos e de política, mas também, e principalmente, por
mudanças de comportamento dos consumidores.
terça-feira, 17 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
AmaÁgua - programa educativo com a SIMTEJO
A SIMTEJO - empresa concessionária do Saneamento Integrado dos Municípios do Tejo e Trancão – lança o Programa de Educação Ambiental “Ama a Água” que visa sensibilizar para a importância do uso eficiente da água e dar a conhecer o ciclo urbano da água. A iniciativa foi desenvolvida junto da comunidade escolar e público em geral, durante o ano lectivo 2010/2011.
Programa “Ama a Água” é dirigido às escolas do 1.º Ciclo de Ensino Básico dos Municípios da Amadora, Lisboa, Loures, Mafra, Odivelas e Vila Franca de Xira.
Programa “Ama a Água” é dirigido às escolas do 1.º Ciclo de Ensino Básico dos Municípios da Amadora, Lisboa, Loures, Mafra, Odivelas e Vila Franca de Xira.
O Programa inclui um roadshow que vai percorrer os seis concelhos, com uma instalação denominada "Hidrobox", uma tenda insuflável e consiste na exibição do filme “A História sensorial da água”. O filme é percecionado unicamente através da audição, uma vez que os visitantes ficam de olhos vendados e tem a duração de aproximadamente 15 minutos.
O objetivo é proporcionar aos espetadores “sensações e imagens conceptuais que permitem criar uma narrativa na nossa imaginação. Esta experiência torna-se única e distinta ao propiciar que cada indivíduo construa a sua história em volta da água, mediante a sua sensibilidade, imaginação e capacidade de concentração.”
Para a SIMTEJO, é essencial passar a mensagem de que o percurso da água que desaparece das nossas casas ainda não é claro para todos, sendo fundamental que os cidadãos compreendem a ligação entre a água, enquanto recurso escasso e essencial à vida, e o impacto do ser humano no ambiente.
Para acompanhar a execução do Programa “Ama a Água”, a SIMTEJO conta com o apoio técnico e operacional do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente.
Com o desenvolvimento deste projecto a SIMTEJO procura reforçar a área da educação ambiental que, nos últimos anos, tem privilegiado realizar visitas às suas ETAR, para mostrar o trabalho feito nas infra-estruturas para despoluir os recursos hídricos. O enorme investimento aí efectuado permite melhorar as condições ambientais e garantir o futuro das gerações vindouras.
O objetivo é proporcionar aos espetadores “sensações e imagens conceptuais que permitem criar uma narrativa na nossa imaginação. Esta experiência torna-se única e distinta ao propiciar que cada indivíduo construa a sua história em volta da água, mediante a sua sensibilidade, imaginação e capacidade de concentração.”
Para a SIMTEJO, é essencial passar a mensagem de que o percurso da água que desaparece das nossas casas ainda não é claro para todos, sendo fundamental que os cidadãos compreendem a ligação entre a água, enquanto recurso escasso e essencial à vida, e o impacto do ser humano no ambiente.
Para acompanhar a execução do Programa “Ama a Água”, a SIMTEJO conta com o apoio técnico e operacional do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente.
Com o desenvolvimento deste projecto a SIMTEJO procura reforçar a área da educação ambiental que, nos últimos anos, tem privilegiado realizar visitas às suas ETAR, para mostrar o trabalho feito nas infra-estruturas para despoluir os recursos hídricos. O enorme investimento aí efectuado permite melhorar as condições ambientais e garantir o futuro das gerações vindouras.
Recentemente foi estabelecido um novo acordo com o GEOTA visando o desenvolvimento de acções pedagógicas para o ano de 2012.
A primeira acção de 2012 desenvolve-se no concelho da Amadora, no Centro Comercial Dolce Vita Tejo, de 16 a 20 de Abril.
A Hidrobox é uma experiência sensorial única e dirigida para todos, crianças e adultos.
Sobre a SIMTEJO:
A SIMTEJO, empresa concessionária do Saneamento Integrado dos Municípios do Tejo e Trancão, presta o serviço de recolha, tratamento e rejeição de águas residuais dos municípios de Amadora, Lisboa, Loures, Mafra, Odivelas e Vila Franca de Xira. A SIMTEJO tem como principal objectivo a despoluição dos recursos hídricos das bacias hidrográficas na sua área de influência, de forma a melhorar as condições ambientais e a qualidade de vida da população local.
Para mais informações contacte:
SIMTEJO - Gabinete de Comunicação e Imagem
João Gonçalves Pereira
Telm.: 91 2588985
E-mail: j.pereira@simtejo.adp.pt
Website: www.simtejo.pt
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