sexta-feira, 9 de março de 2012

Assembleia Geral


ASSEMBLEIA GERAL
CONVOCATÓRIA

Nos termos estatutários e regulamentares, convocam-se todos os associados do GEOTA para a Assembleia Geral Ordinária que terá lugar no próximo dia 24 de março de 2012, às 14h30, no auditório do edifício sede do Corpo Nacional de Escutas, Rua D Luís I, nº 34, em Lisboa, com a seguinte ordem de trabalhos:
Informações;
1.    Relatório de Atividades e Contas 2011
2.    Substituição na Comissão Executiva
3.    Plano estratégico plurianual e estratégia de fundraising
4.    Plano de Atividades e Orçamento 2012
5.    Aprovação de protocolos
6.    Adesão a agências de energia
7.    Aprovação de associados efetivos
8.    Aprovação de novo logótipo para o GEOTA
No caso de não estarem presentes em primeira convocatória o número suficiente de associados com direito a voto, nos termos regulamentares, a Assembleia reunirá em segunda convocatória, 30 minutos depois da hora marcada, no mesmo local, com qualquer número de associados presentes.
Com os melhores cumprimentos e saudações ambientalistas.

Lisboa, 5 de Março de 2012
A Presidente da Mesa da Assembleia Geral


Maria da Conceição da Costa Martins
Nota: Só têm direito de voto os associados com quotas em dia

quinta-feira, 8 de março de 2012

Freeport: posições do GEOTA

O GEOTA tomou, há vários anos, posição bastante clara relativamente ao empreendimento Freeport, a qual foi reportada em vários órgãos de comunicação social:


07.02.2009 Freeport: Jonaz de Melo diz que falta esclarecer
motivos para aprovação do governo -
     Público - última hora
07.02.2009  Freeport: Jonaz de Melo diz que falta
esclarecer motivos para aprovação do governo
    Jornal de Notícias
07.02.2009  Falta esclarecer aqs razões que motivaram
a aprovação do Freeport pelo governo
    Dnoticias.pt
08.02.2009 SIS nega que ande a vigiar
 magistrados do "Freeport"
   Dnoticias.pt
09.02.2009 Freeport: Jonaz de Melo diz que falta
 esclarecer motivos para aprovação do governo
Correio do Montjo

domingo, 4 de março de 2012

Uma experiência de participação

Conheço bem a região de Melides, onde passo férias há alguns anos. Por mero acaso, descobri que o Plano de Urbanização de Melides estava em consulta pública. Apesar de estar mesmo a terminar o prazo, e como tinha umas ideias (ainda que soltas e simples), resolvi participar. É melhor que nada!
A participação foi feita via internet (com o envio de um email se a memória não me falha). Tudo rápido e eficiente.
Há uns dias tinha na minha caixa do correio um postalito de carta registada....depois de tentar perceber a letra do carteiro, e com a ajuda de mais uma ou duas pessoas, lá concluímos que vinha do "Município de Grândola". O que me quereria a Câmara Municipal de Grândola?
Bom, lá tive que me dispor a vir um dia mais cedo para casa e gastar uns 40 minutos a ir ao correio para ir buscar a carta. A carta era a resposta, nos termos da lei, às minhas sugestões. Em síntese, não aceitaram nada ou não era esta a altura certa para o dizer...tudo bem, eu fiz a minha parte.
Porque não me enviaram a resposta por email? Eu sou teimoso, mas se calhar da próxima vez penso duas vezes antes de participar.
Não pude deixar de reparar que a carta (assinada pelo vereador) nem agradecia  a minha participação. Pode ser verdade que é uma obrigação cívica, mas são tão poucos a fazê-lo que não custava nada agradecer e explicar como é importante que o cidadão se manifeste.
Já quanto ao texto da carta...complexo, cheio de referências legais e palavras difíceis (uma até tive de ir ao dicionário). Cá para mim, deviam gastar 15 minutos e ver este TED sobre o direito a compreender.
Já enviei um email ao vereador a apresentar estas sugestões.

Adenda a 5 de Março:
Como referi, enviei um email ao vereador, utilizando o endereço directo que encontrei na página da Câmara de Grândola. Enviei o email ontem à noite e hoje pelas 9h10 da manhã já tinha resposta do vereador. Agradeceu e informou-me que no essencial concorda com as propostas que irão ser ponderadas no sentido de aproximar o cidadão da Administração.
Muito bem! Parabéns ao vereador pela rápida resposta. Concordasse ou não comigo, era importante responder. Concordando, fico ainda mais contente. Fiquei a pensar que provavelmente os técnicos da Câmara precisam de formação na área da cidadania e, em particular, nas vantagens da intervenção cívica e do processo de participação pública.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

GEOTA's Facebook


O GEOTA tem várias páginas temáticas do Facebook ao V/ dispor, para as quais agradecemos ajuda na sua divulgação, recomendação, gosto, ou a postar notícias. Em geral têm sempre um blogue associado. São elas: GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, página institucional no Facebook; O Meu Eco-Sistema, projecto dedicada à cidadania e promoção de boas práticas na salvaguarda da qualidade ambiental do espaço público;Coastwatch, projecto dedicado à monitorização ambiental da faixa costeira e a educação ambiental para a sustentabilidade; Biodivercidade - GEOTA, para a promoção de conceitos ligados à valorização da biodiversidade na cidade; GEOTALUPA, uma página dedicada a divulgar informação genérica sobre a actividade do GEOTA e as suas posições, para além de informação geral sobre o ambiente; Rios Livres - sem mais barragens, dedicada à campanha contra o plano nacional de barragens; Passa Palavra, dedicada à educação ambiental dos mais novos, derivada do projecto com o mesmo nome; TTTpraQ, uma página destinada a promover o debate relativo à terceira travessia sobre o Tejo; CEEPT sobre o Centro Ecológico Educativo do Paul de Tornada Prof. João Evangelista, uma unidade de apoio e interpretação à Reserva Natural Local do Paul de Tornada, perto de Caldas da Rainha. Estão ao vosso dispor, convidamos a usarem.





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Characterisation of ultrafine particles from a waste-incinerator plant




Ultrafine particles emitted from a waste incinerator plant in Italy have been characterised in a recent study. The results suggest that a fabric filter was efficient at cleaning particulate matter from the exhaust gases. Data produced by the study could go on to be used by scientists studying the potential health impacts of ultrafine particles.


There are concerns about the impact of particles emissions from combustion processes on human health and the environment, including those from waste incinerator plants. Smaller particles that are able to penetrate deeply into the lungs represent a greater risk to health than larger particles. These are fine particles (PM2.5) with a diameter of less than 2.5µm (micrometres) and ultrafine particles with a diameter of 100nm (nanometres) or less.


In this study the researchers characterised ultrafine particle emissions from a waste-to-energy incinerator plant in central Italy. The fuel for the plant is derived from municipal solid waste. The concentration, size, shape and chemical composition of the particles in the flue gas (exhaust gas) were determined before and after the flue gas passed through a fabric filter designed to reduce the amount of air pollutants reaching the atmosphere.


The average concentration of particles in the flue gas before it passed through the fabric filter was 2.4x107 particles per cubic centimetre (part. cm-3 ), compared with 350 (part. cm-3) measured at the stack (chimney) after passing through the filter, implying that the filter was efficient at removing PM from the flue gases. The presence of a fabric filter itself was able to guarantee negligible concentration levels at the stack.


In addition, the concentration of particles measured at the stack was about 10 times less than the concentration of particles measured previously in the surrounding area, which is a rural location, i.e. the ultrafine particle concentration at the stack is lower than the typical background concentration.


The most frequent size of particles measured before the fabric filter was about 150nm, whereas the most frequent particle size at the stack was about 90nm. The results suggest that more than 99.99% of ultrafine particles were removed by the fabric filter.


Particles collected before the fabric filter were typically rounded, and were separate or clumped together in large aggregates (groups). In contrast, particles collected at the stack were a variety of shapes, such as in the form of thin, rectangular-shaped plates.


Chemical analysis of the particles for heavy metal content was carried out to understand the relative contribution of the different metals in the ultrafine particles. Absolute metal concentrations at the stack were low. The proportion of the heavy metals arsenic, cadmium and zinc in the total mass of particles decreased as the size of the particles increased.


In contrast, the proportion of the heavy metals cobalt, chromium, iron, antinomy, scandium, samarium, thorium, europium and ytterbium in the total mass of particles increased as the size of the particles increased. The first group of metals have boiling points below 1200°C, which is in contrast to boiling points above 1200°C for the second group of metals. With a higher boiling point, the second group of metals are likely to remain as solids forming centres (condensation nuclei) around which larger-sized particles can form.


Source: Buonanno, G., Stabile, L., Avino, P., Belluso, E. (2011) Chemical, dimensional and morphological ultrafine particle characterization from a waste-to-energy plant. Waste Management. 31 2253–2262.
Contact: buonanno@unicas.it