Representantes do GEOTA vão participar amanhã, dia 17 Jan. pelas 11h00 na reunião da Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente com o Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território.
O GEOTA é uma associação de defesa do ambiente, de âmbito nacional e sem fins lucrativos, em actividade desde 1981.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Quercus e Geota contra mais um campo de golfe no litoral alentejano
Notícia no Público on-line
"Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, as associações lembram que o projecto do campo de golfe CostaTerra SouthLinks, cujo estudo de impacto ambiental esteve em consulta pública até 2 de Janeiro, bem como o hotel a ele associado, estão fora do Plano de Pormenor das Fontainhas. Além disso, surgem antes do Plano Director Municipal de Grândola se adaptar ao Plano Regional de Ordenamento do Território do Alentejo e antes da elaboração do plano de gestão do sítio Rede Natura 2000 Comporta-Galé.
“Em síntese, trata-se de uma inversão total do processo de planeamento, em que as decisões tomadas são contrárias às disposições dos instrumentos de gestão territorial, procurando pressionar e alterar os mesmos, com base no facto consumado e nos direitos adquiridos”, lê-se no comunicado.
“Não se percebe porque vão fazer mais desafectações quando temos uma Área de Desenvolvimento Turístico [das Fontainhas] disponível para receber empreendimentos”, diz Carla Graça, da Quercus. Segundo o estudo de impacto ambiental, o campo está projectado para uma zona "totalmente exterior" ao sítio Comporta-Galé. Ainda assim, está situado dentro da Rede Ecológica Nacional.
As associações criticam ainda a “falta de visão de conjunto para toda a ocupação que está a aparecer no litoral Sado-Sines”. Se todos os projectos previstos se concretizarem, o concelho de Grândola passará a ter seis campos de golfe e 27 mil camas.
Actualmente o concelho tem apenas um campo de golfe em actividade, no Tróia Resort, gerido pela Sonae Turismo. Para Maio está prevista a inauguração do campo de golfe da Herdade do Pinheirinho, gerido pela cadeia internacional Hyatt. Estão previstos mais dois campos na Herdade da Comporta e a própria Sociedade CostaTerra tem um projecto para outro campo de golfe, que foi classificado durante o Governo de José Sócrates como projecto de interesse nacional (PIN).
Este projecto esteve parado após a apresentação de uma providência cautelar pela Quercus e pelo Geota, em 2007. Dois anos depois, o tribunal decidiu autorizar a construção mas até hoje as obras ainda não começaram.
O campo que a Sociedade CostaTerra quer agora construir é um dos que esteve na corrida para representar a candidatura oficial portuguesa à organização da Ryder Cup 2018, que Portugal perdeu para a França."
Toda a informação na página do GEOTA.
Alguém quer comentar sobre os projectos no litoral Sado-Sines?
"Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, as associações lembram que o projecto do campo de golfe CostaTerra SouthLinks, cujo estudo de impacto ambiental esteve em consulta pública até 2 de Janeiro, bem como o hotel a ele associado, estão fora do Plano de Pormenor das Fontainhas. Além disso, surgem antes do Plano Director Municipal de Grândola se adaptar ao Plano Regional de Ordenamento do Território do Alentejo e antes da elaboração do plano de gestão do sítio Rede Natura 2000 Comporta-Galé.
“Em síntese, trata-se de uma inversão total do processo de planeamento, em que as decisões tomadas são contrárias às disposições dos instrumentos de gestão territorial, procurando pressionar e alterar os mesmos, com base no facto consumado e nos direitos adquiridos”, lê-se no comunicado.
“Não se percebe porque vão fazer mais desafectações quando temos uma Área de Desenvolvimento Turístico [das Fontainhas] disponível para receber empreendimentos”, diz Carla Graça, da Quercus. Segundo o estudo de impacto ambiental, o campo está projectado para uma zona "totalmente exterior" ao sítio Comporta-Galé. Ainda assim, está situado dentro da Rede Ecológica Nacional.
As associações criticam ainda a “falta de visão de conjunto para toda a ocupação que está a aparecer no litoral Sado-Sines”. Se todos os projectos previstos se concretizarem, o concelho de Grândola passará a ter seis campos de golfe e 27 mil camas.
Actualmente o concelho tem apenas um campo de golfe em actividade, no Tróia Resort, gerido pela Sonae Turismo. Para Maio está prevista a inauguração do campo de golfe da Herdade do Pinheirinho, gerido pela cadeia internacional Hyatt. Estão previstos mais dois campos na Herdade da Comporta e a própria Sociedade CostaTerra tem um projecto para outro campo de golfe, que foi classificado durante o Governo de José Sócrates como projecto de interesse nacional (PIN).
Este projecto esteve parado após a apresentação de uma providência cautelar pela Quercus e pelo Geota, em 2007. Dois anos depois, o tribunal decidiu autorizar a construção mas até hoje as obras ainda não começaram.
O campo que a Sociedade CostaTerra quer agora construir é um dos que esteve na corrida para representar a candidatura oficial portuguesa à organização da Ryder Cup 2018, que Portugal perdeu para a França."
Toda a informação na página do GEOTA.
Alguém quer comentar sobre os projectos no litoral Sado-Sines?
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Campo de golfe Costaterra Southlinks
|
Lisboa, 2 de Janeiro de 2012
Encontra-se em consulta pública até ao dia 2 de Janeiro de 2012 um projecto para um campo de golfe na freguesia de Melides, concelho de Grândola. No âmbito do mesmo projecto, mas não sujeito a avaliação de impacte ambiental, encontra-se a construção de um hotel com 200 camas, empreendimento com pedido de informação prévia (PIP) já aprovado pela Câmara Municipal de Grândola. |
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Plano de Estrangulamento dos Transportes? Contributo do GEOTA
Plano Estratégico
dos Transportes
Ou
Plano de
Estrangulamento dos Transportes?
Contributo do GEOTA
Lisboa, 26 de
Dezembro de 2011
O tema dos
transportes é muito importante em termos ambientais e na qualidade de vida das
populações. Por isso, foi com satisfação que vimos o Governo anunciar a
publicação de um plano estratégico para o sector. Sem dúvida que é um dos
sectores que merece ter uma estratégia de médio e longo prazo.
Um tema da
importância referida merece um plano que seja sujeito a consulta pública. O
GEOTA lamenta que não seja claro se o plano publicado é definitivo ou se está
em consulta pública para comentários. Estando em consulta, não são conhecidos
os respectivos prazos.
Se há sector em
que vale a pena investir é o sector dos transportes. Mesmo em época de forte
crise económica, há muitos investimentos que são certamente bons investimentos,
ou seja, com uma boa relação custo-benefício. Especial atenção devem merecer os
investimentos no transporte colectivo, a única solução para os graves problemas
de mobilidade existentes nas áreas metropolitanas.
A seguir, apresentam-se os contributos do GEOTA para o Plano Estratégico dosTransportes (PET).
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
A carreira 79, nos Olivais
No âmbito da muito badalada reestruturação da rede da Carris, fiquei a saber que a carreira 79 vai ser suprimida. Já há até manifestações contra.
A carreira 79 faz a circulação interna no bairro dos Olivais, passando pelos Olivais Sul, Norte e Encarnação. Passa pelo centro comercial, pelo centro de saúde, pelo cemitério, finanças, algumas escolas e igrejas.
Vivi e cresci nos Olivais, bairro que, apesar de já lá não viver, continuo a considerar também o meu bairro. Penso que é um dos melhores bairros de Lisboa. No entanto, um dos seus defeitos são os diversos serviços estarem afastados, faltando também comércio de rua (em especial no Olivais Sul, pensados na lógica do Centro Cívico só concretizado como centro comercial no meio dos anos 90).
Em termos de transportes, o bairro é servido por diversos autocarros que passam em 5 ou 6 sítios (Quinta das Teresinhas, Bombeiros da Encarnação, Cabo Ruivo, Estação do Oriente, etc.) , metropolitano (numa das pontas do bairro) e comboio (na Estação do Oriente). Parece muito, mas não é assim tanto se pensarmos que se trata da maior freguesia de Lisboa. Para além disso, os autocarros existentes não me parecem ter os percursos desenhados para circulação interna, mas sim para fazer ligação a outras zonas da cidade. Por exemplo, do local onde morei para ir ao Centro de Saúde, às Finanças ou ao supermercado teria de apanhar 2 autocarros, se não existisse o 79, podendo demorar uma hora a lá chegar!
Não tendo nenhum estudo que prove isto, penso que a imagem dos Olivais melhorou muito nos anos 90. Claro que a EXPO 98 em muito contribuiu para isso. Em 1997 vi com satisfação aparecer esta carreira, pareceu-me uma evolução positiva no bairro, algo que colmatava uma necessidade.
Parece que a carreira vai desaparecer por ter poucos clientes. Não conheço os números mas acredito que possa ser verdade. Mas mesmo poucos, não têm direito a deslocar-se? É que ainda por cima vão afectar quem menos tem! Quem não tem carro, muitos dos que ainda vai ao centro de saúde do SNS...
Parece-me que aqui a pergunta é novamente a mesma “Para quê”? Não nos vamos focar em soluções (ou seja, no 79 em si), mas antes no objectivo que queremos satisfazer. Têm ou não têm direito os habitantes dos Olivais a ter uma solução de transporte que lhes permita a deslocação dentro do bairro? Eu acho que sim!
A solução existente pode não ser eficiente, em termos económicos. Muito bem, mas então que se estude outra, talvez uma solução mais flexível. Que tal analisarem um documento do IMTT sobre transportes públicos flexíveis?
Logo ali ao lado há o exemplo do Rodinhas (Moscavide, Portela), funcionará bem? Tenho ideia que sim.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Para esconder os custos da energia, Governo português pondera usar ilegalmente verbas do CELE - Comunicado
Num quadro de crescimento inevitável dos preços de energia, o GEOTA defende a aplicação das verbas do Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE) na promoção da eficiência energética e das energias renováveis, de acordo com o princípio da máxima eficácia/custo. Ler mais |
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O Meu Eco-Sistema já está on-line!
O projecto O Meu Eco-Sistema já está on-line.Convidamos todos os nossos amigos, amigos dos amigos, familiares dos amigos dos amigos a visitarem o novo site e a experimentarem um novo modo de exercitar o civismo.
Visitem, comentem, queixem-se, observem, contribuam, tornem a vossa crítica construtiva e ajudem a mudar o que está mal no mundo, começando pelo cantinho de cada um.
Se detectarem erros ou tiverem sugestões no site podem comunicá-los através dos formulários nele disponíveis ou para o e-mail.
Ajudem a divulgar e a fazer crescer esta ideia em benefício de todos.
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