quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O que estará mal aqui?

Frielas, Fevereiro de 2011

Mais umas pistas:
- Choveu, mas não foi um dilúvio.
- Mais para a esquerda, por baixo do viaduto da A8, os carros passavam com água quase pelas portas.

O que estará mal? O que provocará isto? Será a culpa da chuva?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

7 pontos chave para a apresentação de projetos na WEB


7 pontos chave para a apresentação de projetos na WEB

Traduzido de http://blog.tupatrocinio.com/?htm_source=boletin130&utm_medium=email&utm_campaign=blog3

O texto que você usa para descrever e apresentar o seu projeto na WEB de modo a recolher patrocínios deve ser:

1.Claro.
Antes de começar a escrever na WEB é aconselhável passá-lo a rascunho em que se escrevam as ideias básicas que se quer transmitir para o leitor principal. Escreva as ideias de forma ordenada e compreensível considerando sempre que o leitor não sabe nada sobre o seu projeto.

2. Breve.
Você deve transmitir as ideias principais, não exponha todas as informações que você tem sobre o projeto do que pode resultar demasiada informação para o leitor.

3. Conciso.
Explicar o que é realmente importante, não se debruçar sobre outras informações irrelevantes.

4. Correto.
Garantir uma linguagem correta, não conhecemos o leitor, por isso devemos fazer uma escrita formal.
5. Sem erros gramaticais ou ortográficos.
No final da escrita é essencial analisar e corrigir eventuais erros gramaticais ou ortográficos. Um texto sem erros é muito mais atraente e dá mais confiança.

6. Cuidar das frases e parágrafos.
É desejável fazer frases curtas e claras. Lembre-se de alterar o parágrafo para introduzir uma nova ideia.

7. Pontuação.
Será interessante que, no final do texto, rever a pontuação, vírgulas, os pontos de exclamação...tornar o texto mais legível para quem o lê.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Como se falha em pequenas coisas

Av. 5 Outubro, Lisboa, Julho 2011.
Alguém quer comentar estes fios? Uns dirão que até estão arrumados...eu cá prefiro dizer que não percebo! Como é fácil falharmos por pequenas coisas.
E como diz Sérgio Godinho - "A vida é feita de pequenos nadas".
Não me venham dizer que a culpa é do Governo (seja ele qual for), dos políticos, etc, etc...todos temos as nossas responsabilidades nos pequenos nadas em que vamos tropeçando.

domingo, 2 de outubro de 2011

Dia Nacional da Água — 1 Outubro (posição do GEOTA)


O Programa de barragens é um roubo e um desastre ambiental!
Todas as embalagens não retornáveis deverão ser mais taxadas!
1. O GEOTA denuncia que Programa Nacional de Barragens (PNBEPH) é, além de um absurdo económico, um atentado ambiental e um grave factor de incumprimento da Directiva Quadro da Água (DQA).... 
2. Os investimentos no abastecimento de água têm sido significativos e a água que recebemos nas nossas torneiras é, na larga maioria do território português, de boa qualidade. O GEOTA vem insistindo que o uso de água engarrafada é um luxo que deve ser pago por quem o consome....
Ver mais no site www.geota.pt

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Posição do GEOTA no Dia Mundial do Turismo



Lisboa, 27 de Setembro de 2011

Turismo – A maior indústria do mundo     

                    

As viagens e o turismo, apesar da conjuntura económica mundial, estão progressivamente a recuperar, tendo contribuído em 2010 para cerca de 5% do produto interno bruto mundial, 6 a 7% ao nível do número de postos de trabalho, directos e indirectos, e registando uma expectativa de crescimento de 4% ao ano, de acordo com os últimos dados apresentados pela Organização Mundial de Turismo. Em termos de chegadas turísticas internacionais, depois das quebras provocadas pela crise financeira e recessão económica mundial em finais de 2008 e 2009, assistiu-se em 2010 a um incremento de 6,6% deste indicador, que atingiu 940 milhões de chegadas. Espera-se ainda que os números de chegadas turísticas internacionais quase dupliquem em 2020, para 1,6 mil milhões.
Em Portugal, o turismo assume-se como um sector de extrema importância na economia, variando, consoante os anos, entre 7 e 11% na última década para o PIB nacional. Emprega, directa e indirectamente, meio milhão de pessoas, sendo também uma importante fonte de investimento e desenvolvimento para um elevado número de áreas periféricas, apresentando-se também em recuperação, com uma expectativa de crescimento das receitas do turismo a rondar os 7%. É de destacar ainda que o turismo é o maior sector exportador do país, tendo representado cerca de 14% do total de exportações de bens e serviços em 2010, de acordo com os dados da Conta Satélite do Turismo de Portugal (INE, 2010).

Turismo e Sustentabilidade


O fenómeno turístico é um agente que tem provocado grandes impactes, tanto pela sua enorme repercussão económica e social, como pela incrível transformação que a paisagem costeira tem sofrido, na convergência do fenómeno de litoralização que se tem verificado em todos os países costeiros do Mediterrâneo e da Europa. É frequente, em muitos pontos da nossa costa, uma edificação abusiva (por vezes licenciada pelas autoridades competentes), cujos efeitos sobre a instabilidade das arribas e da gravidade dos riscos de desmoronamento e vulnerabilidade a fenómenos climáticos e sísmicos extremos aumentam.
Hotéis, transporte de turistas e actividades relacionadas consomem quantidades enormes de energia, água e outros recursos e geram poluição e resíduos, frequentemente em destinos que não se encontravam preparados para lidar com esses impactes. E muitas comunidades sofrem choques culturais e outras alterações indesejadas que acompanham os números elevados de visitantes. Embora, nos últimos anos, a ameaça do terrorismo, a agitação política e a crise económico-financeira mundial tenham reduzido o número de viagens internacionais, a médio e longo prazo, é esperado que a procura turística continue a crescer.
A sociedade está cada vez mais consciente de que o território e o ambiente são um património a preservar, melhorar e gerir. Este conceito adopta um papel chave no caso do turismo e, particularmente, no turismo sustentável. O território já não é, simplesmente, um cenário que serve de suporte à actividade turística, mas é parte essencial da mesma actividade. O ambiente não é uma decoração ou uma moda, mas sim um factor determinante na qualidade e singularidade da experiência turística.
A protecção da paisagem e de inúmeros espaços importantes para a conservação e manutenção do contínuo natural que resultaram da interacção cuidada e cautelosa da acção humana e da Natureza, durante milénios, constitui uma prioridade absoluta que é necessário fazer compreender a todas as partes interessadas na actividade turística: investidores, decisores, técnicos e, muito especialmente, as populações locais.
Mais do que isso, é responsabilidade de toda a sociedade o criar de condições, político-administrativas, económicas, legislativas e regulamentares, culturais, infra-estruturais, para demonstrar que vale a pena proteger o nosso património natural e cultural, que vale a pena proteger as nossas áreas costeiras, as nossas ilhas, as nossas reservas marinhas, o nosso mar, esse imenso Portugal.
O turismo sustentável é uma questão importante e deve ser integrado em todas as áreas do sector, independentemente da dimensão das empresas. Não tem a ver com a quantidade de capital investido ou com o modelo de negócio, mas sim com a forma como os aspectos socioculturais, económicos e ambientais intervêm como valores a gerir.
A certificação ambiental é uma ferramenta de diferenciação internacional reconhecida mas com baixos níveis de implementação no sector. O desafio mais ambicioso é captar o interesse dos empresários até agora pouco motivados para estes aspectos. O desenvolvimento da performance ambiental com base nas exigências do consumidor é positivo mas tem ocorrido lentamente.
Sobre a certificação dos empreendimentos turísticos, verifica-se a existência de um número demasiado elevado de rótulos no mercado, o que pode gerar confusão e, a certo ponto, enfraquecer o seu valor. A certificação deve ser vista com um “prémio” de reconhecimento e não como o objectivo principal para a implementação de sistemas de gestão ambiental, de qualidade ou outros.
O assumir, por parte das empresas da conglomeração do turismo, da sua responsabilidade social e ambiental é um factor necessário, mas não suficiente para assegurar a sustentabilidade da actividade turística. Mais importante que as politicas, boas práticas, a melhoria contínua e certificação das empresas, interessa a sustentabilidade dos destinos turísticos, no seu todo, como factor de competitividade e atractividade, face à concorrência cerrada de alguns destinos emergentes, exóticos e menos onerosos (América do Sul, Norte de África, Turquia, Caraíbas, Ásia e Pacífico), de crescente expressão no mercado internacional. É, por isso, fundamental, por parte dos empresários nacionais, uma atitude de antecipação face às exigências do consumidor.
Qualquer plano estratégico para o turismo nacional que se venha a configurar no futuro em Portugal deverá ter a sua contraparte eficaz nos instrumentos de gestão territorial e nos instrumentos de política de ambiente em vigor ou em preparação.

O turismo sustentável não é uma questão de opção, é uma questão de sobrevivência que nos envolve a todos.

sábado, 24 de setembro de 2011

Câmara da Moita recebe prémio nacional Mobilidade em Bicicleta



http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1513114
A Câmara da Moita foi distinguida ontem com o prémio nacional Mobilidade em Bicicleta, galardão atribuído pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas. 

Agência do Ambiente dá parecer desfavorável a pedreira em Alverca



http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1513372


"O Ministério do Ambiente confirmou o parecer desfavorável, por parte da Agência Portuguesa do Ambiente, à avaliação de impacte ambiental de uma pedreira em Arcena, Alverca, a qual tem sido contestada pela população."  

http://www.geota.pt/scid/geotaWebPage/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=720&articleID=2214
O GEOTA desenvolveu um parecer a pedido da C.M.de Vila Fraca de Xira sobre esse Estudo de Impacte Ambiental 


O projecto em consulta, a Pedreira “Arcena”, pretende assegurar a existência de cálcario e margas para, em conjunto com a produção da Pedreira “Bom Jesus”, alimentar a fábrica de cimento de Alhandra, estendendo o seu funcionamento por um período de 59 anos. Outro objectivo declarado pelo promotor é “garantir uma configuração final de lavra compatível com a instalação de células que permitam a expansão do Aterro de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) localizado em Mato da Cruz, também conhecido por Aterro Sanitário de Mato da Cruz (ASMC)”, uma vez que a actual capacidade das suas células se encontra próxima do esgotamento.
Apesar de o EIA se apresentar consistente e bem documentado, tanto na análise da situação de referência como na avaliação de impactes e medidas de minimização, surgiram dúvidas em relação a diversos parâmetros, principalmente aqueles associados à expansão do Aterro. Conforme descrito adiante, consideramos que este EIA carece de estudos mais aprofundados para uma completa percepção dos impactes, tanto junto das populações como dos valores naturais existentes.
De acordo com a avaliação efectuada do EIA da Pedreira “Arcena” consideramos que a justificação do projecto é insuficiente, na actual conjuntura socioeconómica do país, uma vez que a Pedreira “Bom Jesus”, em exploração pela CIMPOR na mesma área geográfica, garante o abastecimento de matéria-prima para essa empresa por mais 30 anos, dispensando, portanto, a geração de impactes negativos que nalguns aspectos, podem ser significativos.
A criação de novos postos de trabalho com a implementação do projecto não se apresenta como relevante face às consequências negativas do empreendimento, e serão provavelmente compensadas negativamente pela depreciação do mercado imobiliário na freguesia de Alverca, que apresenta a maior densidade populacional do concelho de Vila Franca de Xira.
Uma vez que se trata na verdade de um projecto conjugado de exploração mineira e Aterro, visando facilitar a expansão do Aterro Sanitário de Mato da Cruz, consideramos que o âmbito do estudo deveria ter sido alargado para contemplar essa vertente do projecto, bem como as alternativas técnicas e de localização do futuro Aterro. Dado ainda o processo de fusão Valorsul/Resioeste, o âmbito geográfico da consulta do público deveria abranger os concelhos servidos por essas duas empresas.
Por conseguinte, consideramos que deverá ser dado um parecer desfavorável a este EIA.